Analise: DmC – Devil May Cry

Olá gente! Eu sou o Marcelo Yashida, sou o mais novo membro da equipe do blog.

Bom eu vim com a intenção de trazer a todos o melhor conteúdo possível de jogos, animes e de tudo que eu puder para deixa-los a par, sem mais delongas vamos a minha primeira matéria!

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Mudança é um processo complicado, mas também, em certas ocasiões, necessário. Porém no mundo dos jogos fazer algo novo e ao mesmo tempo algo que demonstre as mesmas características originais e ainda por cima novidades de diversos tipos… Esse desafio foi aceito pela equipe da Ninja Theory no caso do novo Devil May Cry, ou mais conhecido como DmC.


No caso de uma franquia que apresentava até certo momento quatro jogos que seguiam como continuação do primeiro jogo, ou seja, isso fez com que os personagens da série se tornassem ícones históricos, além disso, o enredo se tornou algo também da mesma maneira imutável.


 Porém a equipe conseguiu revolucionar a franquia trazendo algo inovador e bastante fiel as principais características de Devil May Cry.

Enredo

Como dito antes o enredo de Devil May Cry apresenta características marcantes e imutáveis aos olhos dos fãs e de todos que a conhecem. Mantendo essas características que vão da caça aos demônios, armas e dentre outras habilidades, a Ninja Theory desenvolveu um enredo deverás interessante.


No novo enredo o protagonista, Dante, é um Nephilim, um ser que resulta da união de um demônio com um anjo, porém a existência dele é proibida por uma lei, do mesmo modo ele se tornou uma ameaça ao rei dos demônios.


Seu pai continua sendo o mesmo demônio conhecido como Sparda.


Por causa disso seu passado se tornou algo trágico, mas o mesmo não se recorda ao certo do ocorrido, porém graças à ajuda de seu irmão gêmeo, Vergil, ele se recorda dos fatos.

Suas armas continuam sendo uma espada e duas pistolas e com os mesmos nomes. Rebellion, Ebony e Ivory.  


No decorrer do enredo demônios de diversos tipos, com habilidades incríveis e inovadoras vão se apresentando e aumentando ainda mais a adrenalina do jogo…

Personagens

Um dos piores desafios da Ninja Theory foi à atualização no visual dos personagens, a mesma foi critica pelos fãs que já acompanhavam a franquia desde seus primeiros jogos, no qual as aparências eram completamente diferentes.


Os personagens se tornaram mais jovens e ganharam uma feição que transmite um ar muito diferente das suas versões anteriores na qual ambos tinham aparências mais robustas.


No caso do protagonista Dante, o que os fãs mais criticaram, sua aparencia anterior era marca da franquia, pois a mesma transmitia um ar de superioridade e de um conhecimento de luta incrível, porém ele se tornou um típico play boy.


Já Vergil, seu irmão, se tornou mais refinado digamos assim. A também uma terceira personagem que é apresentada como coadjuvante da história, uma garota liga a Vergil que aprende técnicas de ocultismo que ajudam Dante em sua jornada.


Como a garota o irmão gêmeo de Dante aparece como coadjuvante, aparentemente seu papel no decorrer da história é deverás banal sendo colocado abaixo da terceira personagem, que é uma peça chave no enredo, porém no decorrer da história Vergil ganha um papel importante que se tornará uma das chaves para uma possível continuação da franquia.

Jogabilidade

  
Não podemos dizer que todas as atualizações foram completamente ruins. Um bom exemplo disso é o gráfico e a jogabilidade do jogo se tornaram bastantes inovadores para a franquia.


Em questão dos gráficos eles se tornaram mais bem definidos e bonitos o que com toda certeza agradou a muitos, seus efeitos também se tornaram mais bem feitos e mais detalhados.


Já a jogabilidade adquiriu um método bastante confortável no qual o jogador pode realizar seus próprios combos com as diversas armas e ataques possíveis de realizar ganhando com isso pontos de criatividade. E também além das armas padrões de Dante há mais algumas armas de demônio e também de anjo tornando ainda mais interessante a criação de seus ataques, além disso, a outras novidades na jogabilidade a serem estudadas pelo jogador.

Além disso, o jogo vem legendado na nossa língua o que ajuda bastante a compreender a história e sem falar na hora das missões a serem realizadas.

Vale a pena?

Para concluir podemos dizer que o jogo se tornou algo divertido e muito agradável de ser jogado, pois como dito seus gráficos e a jogabilidade é de fato incrível.


Os fãs com toda certeza podem reprovar certos aspectos do jogo, porém ao mesmo tempo vocês podem se aventurar nessa nova versão que apresenta novidades incríveis e muito atraentes de fato.


Além disso, seu enredo foi muito bem trabalhado apresentando uma segunda hipótese sobre a vida de Dante.

NOTAS

Visual – 9,0


O visual como dito apresenta-se bastante detalhado e bonito

Jogabilidade – 9,5


A jogabilidade é bastante confortável e da liberdade ao jogador em certos momentos

Áudio – 7,0
A trilha sonora é bastante normalizada perante os outros jogos do mesmo gênero

Enredo – 9,0
O enredo foi muito bem desenvolvido e trabalhado sendo muito atrativo

NOTA FINAL – 8,8

Então se você não jogou jogue, pois é muito recomendável!

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